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Este espaço é muito especial para todos que fazem parte do CEI Adolfo Artmann: crianças, funcionários, famílias.

Nele guardamos trabalhos pedagógicos que tem marcado significativamente a vida de professores e crianças; nossas conquistas, nosso aprendizado como grupo.

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21.6.10

Descobrindo a Importância de Reciclar

A turma do 1º Período está desenvolvendo um projeto sobre reciclagem. As crianças já aprenderam como separar os materiais: papel, plástico, vidro, lata, orgânico. Descobriram como reaproveitar alguns destes materiais, confeccionando brinquedos como o fogãozinho e o puff, com papelão, papel, garrafas pet e outros materiais.Também já verificaram formas de encaminhar o material para a reciclagem. Confira algumas fotos!

Lançamento da Revista "Experiências do Cotidiano na Educação Infantil em Joinville"

Lembramos de uma importante conquista neste 1º semestre de 2010: em 15 de abril deste ano aconteceu o lançamento da revista "Experiências do Cotidiano na Educação Infantil em Joinville". Nesta ocasião foram homenageados os educadores que contribuíram com suas práticas de 2009 para a concretização da publicação desta valiosa ferramenta para a melhoria da qualidade da educação pública. Nós do CEI Adolfo Artmann celebramos a participação da educadora e auxiliar de Direção Anelise Regina de Souza Cordeiro, com o projeto "Uma Volta na Trajetória de Volpi" (páginas 36 a 40 na publicação).
A proposta de seu projeto foi oportunizar à criança o contato com um ambiente diferente: "uma exposição de arte, em que pudesse contemplar a vida de um artista e a trajetória de suas obras".
Esta é a segunda edição da revista, onde estão relatados alguns trabalhos pedagógicos de 12 CEIs, que foram apresentados anteriormente em encontros da "Agenda do Professor". Nestes encontros os professores relatam as experiências exitosas de forma a compartilhar as práticas educativas.

16.6.10

A Melhor Maneira de Elogiar

Ficou bonito, mãe?
Todo mundo gosta e precisa de elogio. Criança também, mas o que soa como estímulo para os pais pode ser constrangedor e até intimidante para ela. Dizer a coisa certa na hora certa é uma arte e um aprendizado, e seu filho só tem a ganhar se você se empenhar em elogiar no tom adequado para a idade dele e para o tamanho da proeza
Espelho meu
Até os 7 anos, as crianças não têm condições de analisar seu desempenho. Estão focadas nas necessidades imediatas e não fazem idéia de quanto poderão progredir - e do que será bom para elas no futuro. Por isso, precisam de ajuda para identificar suas habilidades e visualizar seus avanços, e os adultos funcionam como espelho, revelando padrões de comportamento positivos e negativos. Como a auto-estima não é inata, o elogio tem um papel importante para motivar os pequenos a enfrentar desafios e perceber que são capazes e amados. Portanto, sonegá-lo é sinônimo de encrenca mais tarde. Por volta dos 2 anos, eles começam a fazer associações entre uma atitude específica e um sorriso dos pais. Logo concluem: Sempre que faço isso, mamãe fica feliz". "É um nível primário de correspondência entre ação e reação", explica Lino de Macedo. Para as crianças, é difícil compreender que uma atitude tem valor por si só. Elas costumam associá-la à resposta afetiva que recebem dos pais, seja um carinho ou uma bronca. "Fazem uma letra bonita no caderno para agradar à professora e não porque entendem que esse progresso é fundamental para o próprio desenvolvimento", exemplifica a psicóloga Ceres Alves de Souza, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Portanto, comentários do tipo: "Fico tão feliz quando você acerta toda a tarefa!" ou "Você é o menino mais inteligente que eu conheço! Mamãe te ama muito!" acabam por confundir o pequeno. Ele pode associar a lição bem-feita ao fato de ser querido e vai se sentir compelido a acertar sempre para não decepcionar.
A criança também não consegue separar muito bem o sujeito da ação. Ao ouvir que fez uma coisa errada, acha que a crítica dirige-se a ela, e não ao ato em si. Em vez de pensar: "O que eu fiz não foi legal", tende a sentir que ela própria não é legal. Por isso, convém medir as palavras tanto na hora de enaltecer quanto ao repreender. Em vez de dizer: "Você é uma boa menina" quando ela guarda os brinquedos, tente: "Você me ajuda muito quando guarda seus brinquedos". Assim a ênfase recai sobre o comportamento. "Uma criança não entende o que é ser boa, inteligente ou educada, mas compreende que a mãe gostou de ver os brinquedos no lugar", afirma Lino. Para seu filho perceber onde acertou, o reconhecimento precisa vir acompanhado de uma explicação, por exemplo: "Que bom que você escovou os dentes sem que eu tivesse que pedir".

Direto ao ponto
Outra recomendação dos especialistas é focar na realização de forma objetiva, o que traz mais benefícios do que usar adjetivos grandiloqüentes, mas genéricos. Apontar os progressos que o filho fez de um mês para outro é mais positivo do que elogiá-lo por ser o primeiro da classe", compara Ceres. O mesmo vale para a lição de casa. Prefira reconhecer a tarefa bem-feita a rotulá-lo com um: "Você é muito inteligente". Assim, você oferece apoio para que ele mesmo consiga perceber suas habilidades. Seu filho teve um desempenho excelente no teatrinho de fim de ano da escola? Resista à tentação de dizer a ele que tem um dom natural para o palco; em vez disso, ajude-o a identificar como o esforço e a dedicação dele contribuíram para que tudo desse certo. "Às vezes, a simples presença dos pais nesses eventos funciona como um reconhecimento maior do que qualquer palavra", conta Lino.
Demonstrar contentamento na primeira vez em que o filho usa o banheiro sozinho ou quando come toda a verdura no almoço faz com que ele se sinta valorizado, o que estimula a repetição dessas ações até se tornarem um hábito. É o que descobriu a diretora de marketing Maria Isabel Tarsitano, de São Paulo, mãe de Lucas, 6 anos, e Felipe, 5. "Quando meus filhos nos esperam terminar de comer para levantar da mesa, quando agradecem às pessoas e pedem 'por favor', mostro que estão sendo educados", conta. Enaltecer habilidades, como desenhar bem ou tocar um instrumento musical, também produz satisfação. Mas o que mais contribui para o desenvolvimento do pequeno é ser reconhecido ao atingir progressos em atividades que ainda são um obstáculo para ele. Isso faz com que se sinta capaz de enfrentar novos desafios, mesmo que tenha falhado na primeira tentativa. Se a criança estiver aprendendo a andar de bicicleta, dizer "Hoje você conseguiu se equilibrar bem melhor" pode fazer diferença na próxima investida. "Esse incentivo ensina a ter persistência e motiva a se empenhar mais", afirma a psicóloga Maria Tereza Maldonado, do Rio de Janeiro, autora do livro COMUNICAÇÃO ENTRE PAIS E FILHOS(EDITORA SARAIVA). "Caso contrário, ela pode se sentir frustrada por não dominar a habilidade de imediato."
Mas de nada adianta se gabar cada vez que seu filho amarra o cadarço do tênis sem ajuda. "Se uma habilidade já está dominada, a criança precisa partir para outra, senão o reconhecimento fica associado ao já sabido", explica Lino de Macedo. É o que acontece quando, ao receber muitos elogios pelo desenho que fez de uma casa, o pequeno passa a rabiscar apenas casas. Ele quer agradar à mãe e faz somente aquilo em que se dará bem, deixando de buscar outros aprendizados. Numa situação dessas, é importante que os pais proponham novos desafios. Por que não tentar desenhar um caminhão?
Fonte: Ficou Bonito, Mãe? - Revista Claudia
Site: www.claudia.com.br

Elogios com "Peso e Medida" e dicas sobre Como Evitar Comparação entre Irmãos

Irmãos tão diferentes
Outra regra de ouro na hora de fazer um elogio é tomar como parâmetro a própria criança. Fazer referência a um modelo ideal de filho ou estabelecer comparações com amigos ou irmãos pode ter efeitos profundamente negativos. Dizer, por exemplo, "O filho da amiga da mamãe é tão organizado! Por que você não é como ele?" pode despertar o sentimento de inferioridade e de não ser o filho que a mãe gostaria de ter. O segredo está em ser imparcial e tratar cada filho de forma justa, e não necessariamente do mesmo modo em todas as situações", aconselha Lino de Macedo. Mãe de gêmeas, a administradora de empresas Neide Grossi, 35 anos, de Barbacena (MG), aprendeu a incentivar Gabriela e Mariana, 5 anos, sem causar confusão. Cada uma tem habilidades especiais e tento trabalhar essas diferenças na cabecinha delas", conta a mãe. "A Mariana adora desenhar, pintar, inventar moda com as roupas - dela e minhas! Já a Gabi gosta de dançar balé e montar quebra-cabeças. Elogio o que cada uma faz de melhor sempre usando adjetivos diferentes para que se sintam únicas, importantes, muito amadas e não cópia uma da outra." Dessa forma, elogiar um filho na frente de outro não se torna um problema. "Reconhecer competências de uma das crianças sem atrelá-las ao afeto ou estabelecer comparações não faz mal nenhum. Pelo contrário, estimula em ambas o senso de solidariedade de que uma família necessita", afirma Maria Tereza Maldonado. Muitas situações possibilitam isso: quando um dos filhos divide o chocolate com o outro ou ajuda na lição de casa do irmão, faça comentários positivos. Também é essencial destacar o bom comportamento deles quando brincam juntos. Assim, o reconhecimento não fica atribuído a apenas um e, de quebra, os pequenos aprendem a compartilhar.
Um alerta: o elogio precisa combinar com a faixa etária; senão, o risco é forçá-los a assumir responsabilidade antes da hora. Ser brilhante o tempo todo é crescer prematuramente, e isso pode acarretar dificuldades futuras - a criança se convence de que tem uma capacidade maior do que a real e ainda se arrisca a pular etapas do seu desenvolvimento. Já se o elogio é adequado ao momento da criança, além de incentivá-la a romper barreiras, facilitará a sua autonomia e socialização. "Acho importante estimular meu filho nessa etapa da vida para que ele se torne uma pessoa confiante", afirma a contadora Rosimari Brigido, 39 anos, de Sinop (MT), mãe de Eduardo, 6 anos. "Uma palavra de reconhecimento faz com que ele se sinta admirado e valorizado, o que será fundamental para a formação da auto-estima", concorda Maria Tereza Maldonado. Mas, claro, uma palavra com peso e medida.
Fonte:Ficou Bonito, Mãe? - Revista Claudia >> www.claudia.com.br

13.6.10

Em Clima de Copa do Mundo!

A turma do CEI Adolfo Artmann está se preparando...
para torcer pelo Brasil!

E a nossa torcida está se aquecendo...